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downhill.sen-sa-cio-náu!!! July 22, 2009

Posted by gonz in : quente, video , add a comment

tá, eu to ligádo que eu so cuzão, que to segurando os trampo e talz… mas firmeza, quando vim, vai vim nervoso…. huhuhuhuhu

então tio, enquanto isso.. saca só a ladera malúco!

Adam Kimmel presents: Claremont HD from adam kimmel on Vimeo.

esse é quente!

paz!

rock.and.roll July 14, 2009

Posted by nutz in : homenagens, musica , add a comment

No atraso mas não podia deixar queto o dia mundial do ROCK… Agora esse cara inspirou e inspira muita gente, Michael, o nosso rei Roberto e seu terninho branco… rsrsrs

Mas também não posso deixar de mostar minha grande adimiração pelo tremendão da nossa Jovem Guarda…

Afinal de conta eles são terríveis!

história.manifesto July 13, 2009

Posted by nutz in : fotografia, quente , add a comment

O “milagre” da fotografia, por Luiz Henrique da Silveira

Ao admirar qualquer desenho de Leonardo Da Vinci, reproduzindo fielmente a estrutura do corpo humano, de plantas e animais, a gente percebe a grande transformação que a fotografia produziu na arte de retratar as coisas.

Atribui-se a dois franceses, Nicéphore Nièpce e Louis-Jacques-Mandé Daguerre, a invenção do processo que resultou na fotografia. Mas quem criou essa palavra foi Hercule Florence, outro francês que, radicado em Campinas, desenvolveu, em 1833, pesquisas pioneiras nessa área. Apenas cinco anos após, essa palavra passou a ser usada na Europa, onde Daguerre fez a primeira revelação, em 1935.

Hábil no desenho e na cartografia, Florence foi contratado para descrever todos os aspectos da realidade brasileira pelo alemão-russo Barão Georg Heinrich von Langsdorf que, partindo de São Petersburgo, chegou ao Rio de Janeiro para percorrer os 13 mil quilômetros da travessia que a célebre expedição fez pelo interior inóspito e vazio do País, entre 1825 e 1829.

Hercule Florence combinou as palavras gregas fós, que significa luz, e grafis, que dá ideia de desenho, batizando – ao fazer a junção dos dois vocábulos – o novo sistema de photographie, com o sentido semântico de “desenho com luz”.

Embora estivesse distante de Nièpce e Daguerre, Florence chegou, na mesma época, ao mesmo resultado, pesquisando com materiais e métodos semelhantes, usando, em câmera escura, uma placa com solução de nitrato de prata.

O impacto da fotografia provocou outra revolução. Como a nova invenção passou a reproduzir as coisas instantaneamente e com total fidelidade, as artes plásticas adquiriram total liberdade de criação. Livre da obrigação de reproduzir a natureza, tal como é, a pintura derivou para o imaginário, salientando a impressão do artista sobre o que via e desenhava.

Ao pintar o quadro “Impressão, Nascer do Sol”, Claude Monet acabou propiciando o movimento impressionista, por retratar a paisagem sem rigorismo nem precisão. Esse novo estilo, que reunia pintores sem formação acadêmica, estabeleceu uma conexão clara entre os integrantes do grupo (Cézanne, Renoir, Baudin, Pissarro, Guillaumin, Bazille e tantos outros).

Mas é impressionante como se multiplicam, com uma rapidez cada vez maior, as inovações. Isso também vem acontecendo com a fotografia, cuja evolução foi lenta no início e na metade do século passado, e acelerou-se extraordinariamente nas últimas duas décadas.

Ela levou cem anos para evoluir da primeira foto em preto-e-branco, em 1835, até a colorida da Kodak, de 1935; outros 65 anos para a mesma Kodak lançar a primeira câmera digital. E apenas menos de dez anos para integrar os telefones celulares.

Na famosa frase poética da canção “Desafinado”, Tom Jobim canta, nos anos 1960: “Fotografei você, na minha Rolleyflex/ revelou-se a sua enorme ingratidão”.

Onde estão as Rolleyflex? Apenas nos estúdios ou referências dos grandes fotógrafos, como Henry Cartier-Bresson, para quem “as coisas das quais nos ocupamos, na fotografia, estão em constante desaparecimento, e, uma vez desaparecidas, não dispomos de qualquer recurso para fazê-las retornar. Não podemos revelar e copiar uma lembrança”.

fonte

Minha, sua, nossa filosofia July 6, 2009

Posted by nutz in : navidah , add a comment

Voltando aos velhos tempos! Eu não fui um fequentador daqueles, mesmo pq eu não tinha idade e literalmente eu era barrado no baile, mas a primeira vez que escutei esse som estava no Palmeiras. Salve o Hip.Hop

July 3, 2009

Posted by nutz in : navidah , 1 comment so far

Carmen Miranda | eu.gosto.da.minha.terra (i like my country) from nutz on Vimeo.

Uma humilde e simples homenagem aos 100 anos da nossa querida Carmen, no ano que nossos governantes permitiram que nossa banana seja vendida a peso e não mais a duzia.
Mais uma hitória para se contar aos filhos do amanhã da patria amada brasil… “… banana e farinha de rosca, pro povo, hoje se tornou artigo de restaurantes contemporâneos de chefes renomados…”

Salve!